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  • Foto do escritorDifusora FM

Ministério da Saúde antecipa vacinação contra gripe; veja quem pode se vacinar

O Ministério da Saúde vai antecipar a vacinação contra a gripe neste ano. Tradicionalmente realizada em todo o Brasil entre os meses de abril e maio, a campanha terá início no próximo dia 25 de março, em razão do aumento da circulação de vírus respiratórios no país.


A pasta negociou a entrega antecipada das vacinas, que estão previstas para serem distribuídas a partir do dia 20 nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país.

Em 2023, o governo federal mudou a estratégia da campanha para a região Norte e já imunizou a população entre novembro e dezembro, atendendo às particularidades climáticas da região.


A imunização previne contra os vírus que geralmente começam a circular em maio, junho e julho, explica a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel. “Mas desde o ano passado, estamos observando uma antecipação de circulação de vírus respiratórios em geral”, pontua.

“Esse ano nós vamos antecipar a campanha para proteger a população, principalmente os idosos, as gestantes, os profissionais de saúde, da educação e todas as pessoas que são elegíveis, para que a gente possa estar com a população protegida antes do inverno”, explica.


A vacina utilizada é trivalente, ou seja, apresenta três tipos de cepas de vírus em combinação, protegendo contra os principais vírus em circulação no Brasil. A estimativa é que 75 milhões de pessoas sejam imunizadas.

O Ministério da Saúde informa ainda que a vacina influenza pode ser administrada na mesma ocasião de outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação.

Quem pode se vacinar:

 

  • ▪ Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;

  • ▪ Crianças indígenas de 6 meses a menores de 9 anos;

  • ▪ Trabalhadores da Saúde;

  • ▪ Gestantes;

  • ▪ Puérperas;

  • ▪ Professores dos ensinos básico e superior;

  • ▪ Povos indígenas;

  • ▪ Idosos com 60 anos ou mais;

  • ▪ Pessoas em situação de rua;

  • ▪ Profissionais das forças de segurança e de salvamento;

  • ▪ Profissionais das Forças Armadas;

  • ▪ Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);

  • ▪ Pessoas com deficiência permanente;

  • ▪ Caminhoneiros;

  • ▪ Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);

  • ▪ Trabalhadores portuários;

  • ▪ Funcionários do sistema de privação de liberdade;

  • ▪ População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).



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