• Bruno Ramos

Cunhado é suspeito de atear fogo em residência e matar jovem de 22 anos em Descanso

O irmão do companheiro de Mauricéia é suspeito de atear fogo na residência onde a jovem de 22 anos estava na manhã de domingo (28), na rua Viveiro em Descanso, no Oeste de Santa Catarina. A informação foi repassada através de uma coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (31) na sede da 13ª Delegacia Regional de São Miguel do Oeste.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Cleverson Muller, foram encontradas divergências em depoimentos dados pelo irmão do companheiro da jovem, que foi preso por falso testemunho ainda na noite de domingo.


De acordo com o delegado, os exames preliminares mostraram que o incêndio foi criminoso, mas não descartam nenhuma hipótese nem a participação de mais pessoas no caso. Cleverson, ressaltou que devido ao fato de prestar falso depoimento o cunhado de Mauricéia foi preso e está na Unidade Prisional Avançada de São Miguel do Oeste, e ele é o principal suspeito do crime.


Mauricéia morava em Descanso e trabalhava em uma empresa do ramo de confecções em São Miguel do Oeste. Familiares da jovem cobram por justiça e tentam entender o que aconteceu. O corpo da jovem ainda está no Instituto Geral de Perícias (IGP) e aguarda a chegada dos exames para então liberar o corpo à família.


O caso


Uma jovem de 22 anos morreu no início da manhã de domingo (28), após um incêndio atingir uma residência na rua do Viveiro, no município de Descanso. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incêndio tomou conta da residência que era feita de madeira e quando a guarnição chegou ao local só pôde fazer os rescaldos e retirar um veículo que estava na garagem da casa e a jovem já estava carbonizada.


Segundo os bombeiros, foram utilizados cerca de 8 mil litros de água para realizar o rescaldo das chamas, que destruíram uma casa de aproximadamente 60 metros quadrados.

A vítima foi encontrada dentro de casa carbonizada. O Instituto Geral de Perícias (IGP) e a Polícia Civil foram acionadas para a ocorrência. O IGP, a Criminalística e a Polícia Civil instauraram o inquérito policial ainda no domingo para ouvir as testemunhas a fim de esclarecer o caso.


Foto: Marcos de Lima / Portal Peperi

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